quinta-feira, 21 de abril de 2011

O tratamento da síndrome dos ovários policísticos


depende dos sintomas que a mulher apresenta e do que ela pretende. A pergunta mais frequente do médico é saber se a paciente pretende engravidar ou não.
Anticoncepcionais orais
Não havendo desejo de engravidar, grande parte das mulheres se beneficia com tratamento à base de anticoncepcionais orais, ou seja, a pílula. De fato, a pílula melhora os sintomas de aumento de pelos, espinhas, irregularidade menstrual e cólicas.

Não há uma pílula específica para o controle dos sintomas. As de baixa dosagem têm sido as mais prescritas pelos ginecologistas. Existem pílulas que tem um efeito melhor sobre a acne, espinhas e pele oleosa.

Mulheres que não podem tomar a pílula se beneficiam de tratamentos à base de progesterona.
Dietas com baixas calorias e pouca gordura melhoram o aumento de peso, contribuindo para o bem estar da paciente.
Em alguns casos medicamentos que são usados no tratamento da diabetes também tem sua aplicação.

Cirurgia
Cada vez mais os métodos cirúrgicos para essa síndrome têm sido abandonados em função da eficiência do tratamento com anticoncepcionais orais.

Indução da ovulação
Se a paciente pretende engravidar, o médico lhe recomendará tratamento de indução da ovulação, não sem antes afastar as outras causas de infertilidade. Não se deve fazer esse tratamento em mulheres que não estejam realmente tentando engravidar.

Antidiabetogênicos orais
Estando a síndrome dos ovários policísticos associada à resistência insulínica, um dos tratamentos disponíveis é por meio de medicamentos para diabetes. Cabe ao médico e à paciente a avaliação do melhor tratamento.

Dieta e atividade física:
Essas pacientes devem ser orientadas em relação à dieta e atividade física, concomitantemente com as medidas terapêuticas.

É necessário tratar?
Pacientes com síndrome dos ovárioss policístico devem ser cuidadosamente avaliadas em relação à resistência à insulina e a síndrome metabólica, pois essas doenças estão relacionadas a maior chance de desenvolver alterações vasculares, diabetes, hipertensão arterial e risco cardiovascular aumentado.

Mulheres com ovários policísticos e obesidade devem ser estimuladas a mudar seus hábitos alimentares e de atividade física visando à melhora global das alterações.

Ovário Policístico ?



O QUE É
É uma síndrome ou um conjunto de sintomas provocado pela formação de microcistos no ovário. Embora freqüente nas mulheres, apenas 6% a 10% delas apresentam alterações endócrinas por causa do problema. A maior parte dos casos aparece na adolescência, acompanhando a mulher durante a vida, e tende a se normalizar após os 35 anos.


POSSÍVEIS CAUSAS

  • Irregularidades no funcionamento do hipotálamo;
  • Pesquisas genéticas sugerem que alterações cromossômicas podem originar a síndrome;
  • Aumento da quantidade de insulina no sangue.


A SÍNDROME
Em geral, surgem mais de dez cistos (com 6 a 10 mm cada) que ficam distribuídos perifericamente na superfície do ovário. O acúmulo de microcistos pode causar o aumento médio de 2,8 vezes o tamanho normal do ovário.


ovário normalovário policístico
O ovário é o órgão responsável pela ovulação e também pela
produção de hormônios femininos.


SINTOMAS

  • Irregularidades menstruais - Normalmente são atrasos ou total ausência das menstruações;
  • Problemas na pele - Espinhas, quedas de cabelo, pele oleosa e aumento de pêlos no rosto e no corpo;
  • Aumento de peso - Distúrbios no metabolismo podem surgir, favorecendo o ganho de peso;
  • Dificuldade na ovulação - Parte das mulheres que têm esse problema não ovula regularmente, o que pode dificultar a gravidez.


RISCOS

  • Câncer de endométrio - Sem ovular, a mulher deixa de produzir o hormônio progesterona, responsável pela proteção do útero. Os riscos de câncer de endométrio aumentam;
  • Diabetes - O ovário policístico também pode ocasionar a disfunção da insulina, que pode levar ao aumento de colesterol, problemas cardiovasculares, e ainda, ao Diabetis Mellitus;
  • Problemas psicológicos - Alguns dos sintomas como irregularidade menstrual, aumento de peso e surgimento de pêlos em excesso podem gerar problemas psicológicos na mulher.


TRATAMENTOS

  • Pílula anticoncepcional - Para normalizar o ciclo menstrual e suprir a demanda de hormônios;
  • Redução de peso - É muito importante para a regularização do metabolismo, evitando assim distúrbios na produção de insulina;
  • Comprimidos de progesterona - Para suprir a falta deste hormônio que não está sendo produzido pelo ovário;
  • Cirurgia - A remoção dos cistos por cirurgia só é feita em casos extremos, nos quais a medicação não surte mais efeitos.


A FERTILIDADE É AFETADA?
Uma das conseqüências da síndrome é a diminuição da fertilidade devido à dificuldade de ovulação. Entre as mulheres que apresentam os sintomas da síndrome de ovário policístico, apenas 25% engravidam espontaneamente. Mas o tratamento para induzir à ovulação é simples; portanto, na maioria das vezes, a infertilidade é facilmente revertida.


COMO DETECTAR A SÍNDROME
Ao perceber alguns dos sintomas, é importante procurar seu médico. O ginecologista verificará a existência ou não do problema por meio de exames como:
  • Exame clínico;
  • Ultrassonografia;
  • Dosagem hormonal.



10 dúvidas freqüentes sobre a síndrome dos ovários policísticos


Alterações menstruais constantes devem ser alerta para as mulheres


A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade feminina. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação. 

1) Quais são os principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos? São as alterações menstruais. A mulher menstrua a cada dois ou três meses e, freqüentemente, tem apenas dois ou três episódios de menstruação por ano. Outro sintoma é o hirsutismo, ou seja, o aumento de pêlos no rosto, nos seios e
na região mediana do abdômen. A obesidade também é um sintoma freqüente. Na verdade, a obesidade piora a Síndrome. Às vezes, a paciente não tem as manifestações sintomáticas, mas quando engorda, elas aparecem.


2) Alterações menstruais muitas mulheres têm. Existe algum tipo que seja característico da síndrome do ovário policístico? Menstruações espaçadas é a principal característica dessas alterações. Mulheres com ovários policísticos têm apenas dois, três ou quatro episódios menstruais por ano. 
3) Em que fase da vida da mulher, a Síndrome costuma aparecer? Ela começa na puberdade e vai até a menopausa. Alguns casos tornam-se assintomáticos com o tratamento, mas é uma doença crônica. Por isso, é comum a mulher com ovário policístico procurar vários especialistas, ao longo da vida, em busca de tratamento. No entanto, a importância que se dá ao caso, depende da fase da vida que a mulher atravessa. Na puberdade e na adolescência, os pêlos causam maior incômodo. Depois, na idade do casamento, preocupam as alterações menstruais, que podem ser sinal de infertilidade. Há, também, o momento em que a obesidade representa o maior inconveniente. A Síndrome assume maior ou menor relevância, de acordo com a fase de vida da mulher e, conseqüentemente, o tratamento deve respeitar os sintomas que se destacam em determinado período.

4) Como se faz o diagnóstico da Síndrome dos Ovários Policísticos?
O diagnóstico da doença ficou muito facilitado com o emprego do ultra-som. Antigamente, fazíamos uma pneumopelvigrafia, um exame invasivo porque se aplicava uma injeção de ar no abdômen para visualizar melhor os órgãos pélvicos e tirava-se uma radiografia. Hoje, a sonda do ultra-som sobre a superfície externa do abdômen permite um diagnóstico preciso. Normalmente, os ovários policísticos são visualizados por meio do exame de ultra-som ou no de toque realizado no exame ginecológico de rotina. Às vezes, basta examinar a paciente para localizar os dois ovários aumentados. O ovário tem mais ou menos 9cm³. O ovário policístico chega a ter 20cm³, quer dizer, o dobro do volume. Além disso, sua aparência é típica: fica coberto por uma capa branca semelhante à albugínea que envolve o testículo, e os cistos formam uma saliência na superfície.

5) Qual a diferença entre cisto no ovário e ovário policístico?
A diferença está no tamanho e no número de cistos. Geralmente, na Síndrome, existem de 10 a 20 pequenos cistos com meio centímetro de diâmetro, enquanto os cistos de ovário são únicos e bem maiores, medindo de 3 a 10 cm. Eles só não são únicos nos casos de estimulação ovariana para fertilização assistida, quando podem ocorrer de cinco a dez cistos grandes. Se a mulher faz um ultra-som e encontra um cisto grande no ovário, isso não quer dizer que ela corra risco maior de desenvolver a Síndrome dos Ovários Policísticos. Não há esse perigo. Essa mulher tem, provavelmente, uma alteração no controle da função ovariana que leva à produção do cisto. Ela pode ter um problema no hipotálamo ou na hipófise, que não faz parte da Síndrome dos Ovários Policísticos, uma patologia crônica para a qual ainda não se descobriu a cura.

6) A mulher com síndrome de ovários policísticos produz mais testosterona que a mulher normal?
Quais as conseqüências deste desequilíbrio hormonal? É importante dizer que todas as mulheres produzem fisiologicamente hormônios masculinos. Na mulher, uma das funções dos andrógenos é justamente aumentar a libido. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário e isso impede a ovulação. Os cistos representam a parada do desenvolvimento dos folículos para ovular. O folículo, normalmente, atinge um estágio em que arrebenta e expele o óvulo. Quando isso não acontece, um líquido se acumula nesse local. Como mais ou menos dez folículos se desenvolvem todos os meses, surgirão dez ou quinze pequenos cistos característicos do ovário policístico. No entanto, essa mulher não ovula porque lhe faltam condições endócrinas para tanto. 


7) O aparecimento da acne é muito freqüente nesse tipo de síndrome?
A acne é um sintoma comum na Síndrome dos Ovários Policísticos. Quando o andrógeno atua sobre o sistema pilossebáceo, aumenta a produção de pêlos e a de material oleoso pelas glândulas sebáceas, o que facilita a instalação das infecções características da acne. É importante que a causa da 


acne em adolescentes seja pesquisada, pois pode tratar-se de ovários policísticos.

8) Quais as possibilidades terapêuticas para o tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos?
O tratamento depende da fase de vida da mulher. O que é mais importante em determinado momento e qual o sintoma que mais a incomoda são perguntas que o médico que a assiste deve fazer. Como se trata de uma doença crônica, não há cura da síndrome, e sim, tratamento dos sintomas. Uma adolescente de 15/16 anos, obesa, com pêlos e acne e perturbações menstruais, precisa primeiro tentar emagrecer. Às vezes, só a perda de peso provoca a reversão do quadro, porque a obesidade gera resistência à insulina e essa resistência produz o aumento de andrógenos, os hormônios masculinos. Se ela não for obesa, torna-se necessário diminuir a produção dos hormônios masculinos e uma das maneiras mais simples de fazê-lo é por meio da pílula anticoncepcional. Qualquer pílula, não precisa ser uma em especial, porque todas deprimem a função ovariana e, portanto, diminuem a produção de hormônio masculino. O anticoncepcional atua também na unidade pilossebácea, reduzindo o crescimento dos pêlos e a produção de sebo. Dessa forma, melhoram os quadros de hirsutismo, acne e as alterações menstruais, uma vez que a pílula regulariza os ciclos menstruais.

9) Como a infertilidade está associada à Síndrome dos Ovários Policísticos?
Até os 23 anos de idade, mais ou menos, mulheres com a Síndrome podem ovular esporadicamente. Sabe-se que nem todas as menstruações que ocorrem espaçadamente são ovulatórias, mas algumas são, e a mulher consegue engravidar. É muito comum a referência de que antes dos 23 anos, elas tiveram um ou dois filhos. Depois, não conseguiram mais engravidar. Essa é uma das patologias mais simples de serem tratadas porque as mulheres, em geral, respondem ao indutor da ovulação mais corriqueiro que existe, o clomifeno. Ele é administrado por via oral, cinco dias por ciclo, a partir do primeiro dia e é capaz de corrigir as anomalias endócrinas e provocar ovulação. Grande parte das mulheres responde bem ao tratamento e engravida. Infelizmente, algumas não conseguem porque as condições locais ficaram ruins ou o estroma produz muito andrógeno e é necessário adotar outra tática, como estimular os ovários com gonadotrofinas, o que se faz normalmente na fertilização in-vitro. Atualmente, não empregamos mais a técnica de ressecção em cunha dos ovários. O que se faz é a cauterização laparoscópica. Através de três pequenas incisões na parede abdominal, os cistos são cauterizados. Com isso, as pacientes começam a menstruar, ovular e ficam grávidas. Muitas chegam a menstruar regularmente até a menopausa.

10) E quando estas mulheres com ovários policísticos chegam à menopausa, os problemas desaparecem?
Em conseqüência do hiperinsulinismo, essas mulheres, ao chegar à menopausa, apresentam maior risco de apresentar distúrbios cardiovasculares. Mais freqüentemente, elas são hipertensas e desenvolvem diabetes do tipo II, justamente aquele que não é insulinodependente, porque têm resistência à insulina. Por isso, elas devem procurar tratamento pelo menos para normalizar essa resistência à insulina. Assim, independentemente da idade, quando uma mulher tem hiperinsulinismo, uma das tentativas é utilizar a metilformina, uma substância que aumenta a sensibilidade à insulina. De 40% a 50% das pacientes respondem bem a esse esquema terapêutico, as menstruações se regularizam, os níveis de testosterona baixam e elas engravidam. 

Dieta do Tipo Sangüíneo


A dieta do tipo sangüíneo foi desenvolvida pelo médico naturopata Dr. Peter J. D'Adamo e publicada em seu livro "Eat Right For Your Type" (Se Alimente Corretamente de Acordo com seu Tipo de Sangue), publicado em 1996 nos Estados Unidos. Muitos especialistas discordam da teoria proposta pelo Dr. D'Adamo, alegando falta de comprovação científica em grande parte de suas afirmações, porém, isso não irá ser tratado aqui.
Basicamente, a dieta do grupo sanguíneo segue a premissa de que:

  • Cada grupo sangüineo (A, B, AB e O) devem seguir dietas específicas
  • Para cada grupo sanguíneo, os alimentos podem ser classificados como:
    • benéficos: alimentos que previnem e tratam doenças
    • neutro: alimentos que não previven doenças porém também não prejudicam à pessoa
    • nocivos: alimentos que podem agravar ou causar danos à pessoa
Mas o que cada grupo sangüíneo pode comer?

Dieta por Tipo Sanguíneo

Mantenha seu corpo em forma e a sua saúde perfeita.
A dieta explica que os tipos sanguíneos tem forte influência no organismo. Eles determinam a eficiência do metabolismo, do sistema imunológico, o estado emocional e até a personalidade de cada indivíduo, promove o bem-estar, diminui o peso e fortalece a saúde a partir de uma mudança de hábitos alimentares.
Dieta por tipo Sanguineo - Alimentação

Basicamente, a dieta do grupo sanguíneo segue a premissa de que cada grupo sangüineo (A, B, AB e O) devem seguir dietas específicas.

Para cada grupo sanguíneo, os alimentos podem ser classificados como:

·         Positivos: alimentos que previnem e tratam doenças

·         Neutro: alimentos que não previnem doenças porém também não prejudicam à pessoa

·         Negativos: alimentos que podem agravar ou causar danos à pessoa

Importante!
É necessário que o paciente faça uma avaliação pois o que importa não é apenas saber quais os melhores produtos, e sim promover reações no metabolismo para que os elementos neles encontrados tenham boa absorção. Pois nós perdemos os nutrientes não somente por alimentos ruins mas sim, pela  qualidade de vida, que engloba emoções, sentimentos, o dia a dia, etc

Mas o que cada grupo sangüíneo pode comer?


Sangue Tipo O
São carnívoros com aparelho intestinal forte e necessitam comer proteínas animais diariamente, caso contrário, estão propensos a desenvolver doenças gástricas como úlceras e gastrites devido a alta produção de sucos gástricos.

Alimentos Positivos:
Carnes: bovina, carneiro, vitela, cordeiro
Peixes: bacalhau, badejo, sardinha, linguado, salmão
Laticínios: Queijo de leite de cabra, queijo de soja
Frutas: ameixa, nozes, figo, semente de abóbora
Verduras: abóbora, brócolis, espinafre, alface romana, acelga, salsa
Cereais: Evitar
Outros: azeite de oliva

Alimentos Neutros:
Carnes: frango e peru
Peixes: atum, camarão, lagosta
Laticínios: mussarela, manteiga, queijo minas
Frutas: noz pecãn, castanhas, avelã, pinha
Verduras: abobrinha, agrião, inhame
Cereais: farelo de arroz, farinha de trigo integral
Outros: óleo de canola

Alimentos negativos:
Carnes: carne de porco e derivados, como presunto e bacon
Peixes: caviar, salmão defumado, polvo
Laticínios: creme de leite, iogurte, leite (integral ou magro), a maioria dos queijos, sorvete
Frutas: laranja, morango, côco, amora, amendoim, castanha do pará, pistache, castanha de caju, abacate
Verduras: berinjela, champignon, milho, repolho
Cereais: aveia, trigo, cuscuz e pão branco
Outros: óleo de milho, óleo de amendoim


Sangue Tipo A
São vegetarianos com aparelho intestinal sensível e têm dificuldades para digerir proteínas de origem animal, pois sua produção de suco gástrico é mais limitada.

Alimentos Positivos:
Carnes: evitar carnes vermelhas
Peixes: bacalhau, salmão vermelho, salmão, sardinha, truta
Laticínios: queijo de soja, tofu
Frutas: abacaxi, ameixa, cereja, figo, limão, amora, damasco
Verduras: abóbora moranga, alface romana, acelga, brócolis, cenoura, acelga, alcachofra, cebola
Cereais: farinhas de centeio, arroz, soja e aveia, pão de farinha de soja
Outros: alho, molho de soja, missô, melaço de cana, gengibre, chá verde, café normal, vinho tinto

Alimentos Neutros:
Carnes: frango e peru
Peixes: atum, pescada
Laticínios: iogurte, mussarela, ricota, iogurte c/ frutas, coalhada, queijo minas
Frutas: melão, passas, pêra, maçã, morango, uva, pêssego, goiaba, kiwi
Verduras: agrião, chicória, milho, beterraba
Cereais: fubá de milho, flocos de milho, cevada
Outros: açúcar branco, chocolate, alecrim, mostarda (seca), noz-moscada, manjericão, açúcar mascavo, manjericão, orégano, canela, hortelã, salsa, salvia

Alimentos Negativos:
Carnes: bovina, carneiro, cordeiro, pato, porco e derivados, vitela
Peixes: mexilhões, lagostim, salmão defumado, caviar, ostra, lagosta, camarão, caranguejo.
Laticínios: creme de leite, sorvete, leite magro e integral, manteiga, requeijão
Frutas: caqui, carambola, côco
Verduras: repolho, tomate, inhame, batata, berinjela, batata doce
Cereais: Creme e germe de trigo, farinha de trigo integral, pão preto, pão integral, farinha branca, granola
Outros: alcaparras, gelatina pura, pimenta em grão, vinagre, cerveja, licor, chá preto, refrigerante


Sangue Tipo B
Podem tolerar dieta mais variadas  é o único tipo de sangue que tolera bem laticínios em geral.

Alimentos Positivos:
Carnes: carneiro, cordeiro, coelho, veado
Peixes: bacalhau, salmão, linguado, badejo, caviar, sardinha
Laticínios: iogurte, mussarela, coalhada, leite, queijo, ovos, ricota
Frutas: abacaxi, bananas, mamão, uvas, ameixa fresca
Verduras: batata doce, cenoura, berinjela, inhame, beterraba, brócolis, couve, repolho
Cereais: arroz integral, aveia integral
Outros: gengibre, salsa, açafrão, hortelã, pimenta, ginseng, gengibre, sálvia

Alimentos Neutros:
Carnes: carne bovina, peru, vitela
Peixes: arenque, truta, atum, lula
Laticínios: leite soja, queijo parmesão, queijo soja, manteiga, requeijão, leite integral
Frutas: morango, laranja, kiwi, passas, pêra
Verduras: abóbora, agrião, alface, acelga, aipo, cogumelos, espinafre
Cereais: granola
Outros: café, vinho branco, cerveja, chá preto, chá de amora, hortelã, camomila

Alimentos Negativos:
Carnes: frango, pato, porco, presunto
Peixes: lagosta, camarão, anchova, caranguejo, polvo, ostra, polvo, mexilhão
Laticínios: queijo fundido e roquefort, sorvete com leite
Frutas: caqui, carambola, coco
Verduras: alcachofra, azeitonas, tomate, broto de feijão, milho verde
Cereais: farinha de trigo, milho, centeio
Outros: canela, maisena, pimenta branca e do reino, gelatina pura, refrigerantes, bebidas destiladas

Sangue Tipo AB
Necessitam de uma dieta equilibrada contendo um pouco de tudo.

Alimentos Positivos:
Carnes: carneiro, coelho, cordeiro e peru
Peixes: atum, bacalhau, cavala, sardinha, garoupa, truta
Laticínios: coalhada, iogurte, mussarela, ricota, queijo cottage
Frutas: abacaxi, ameixa, cereja, figo, limão, kiwi, uva, framboesa
Verduras: aipo, alho, beterraba, berinjela, brócolis, couve-flor, pepino
Cereais: arroz, farinha de centeio, de trigo, aveia
Outros: curry, alho, missô, gengibre, camomila

Alimentos Neutros:
Carnes: faisão, fígado
Peixes: arenque, linguado, carpa
Laticínios: leite e queijo de soja, leite desnatado, requeijão
Frutas: ameixa seca, pêra, passas, mamão, maçã, pêssego
Verduras: broto de bambu, cebolinha, escarola, agrião, vagem
Cereais: cevada, germe de trigo, granola
Outros: açafrão, mel, açúcar, melaço, chocolate, vinho

Alimentos Negativos:
Carnes: bovina, frango, porco, presunto e vitela
Peixes: anchova, camarão, caranguejo, lagosta, linguado, ostra, mexilhão, siri
Laticínios: leite integral, creme de leite, queijo parmesão, brie, provolone, roquefort, manteiga
Frutas: banana, caqui, goiaba, laranja, manga
Verduras: alcachofra, milho verde, nabo, pimentão, rabanete
Cereais: farinha de cevada, de milho, trigo sarraceno, cereais matinais, amido de milho
Outros: alcaparras, tapioca, vinagre, mel de milho, anis, maisena, malte de cevada, pimenta do reino e vermelha

Observação importante para todos tipos saguíneos:
Existem 6 alimentos que para um bom resultado do tratamento devem ser evitados (não exagerar): Leite, Cebola, Tomate, Laranja, Batata e Carne Vermelha.

Saiba os Dias mais Férteis para Engravidar

O teste de ovulação é um importante aliado quando a mulher desejaengravidar, com este texto pretendo esclarecer algumas dúvidas sobre o teste de ovulação. E ainda ensinar como fazer o teste da ovulação. Quando é meu período fértil? Eu quero engravidar, quando acontece a ovulação? Como posso saber a data certa que ocorre minha ovulação? São algumas perguntas que tentaremos esclarecer neste texto. O teste da ovulação é útil, mas é necessário entender o processo chamado ciclo menstrual para saber aproveitar as informações que o teste irá lhe oferecer.
Ovulação e ciclo menstrual
A ovulação é um acontecimento que normalmente ocorre todo mês no organismo da mulher, onde ovário libera o óvulo (ovulação – devido ao aumento do hormônio LH), entrando, a partir deste momento em período fértil, estando desta forma propensa a engravidar caso tenha relação onde este óvulo possa entrar em contato com o espermatozóide.
É importante saber a duração do seu ciclo menstrual. Por exemplo, se a menstruação “veio para você” dia 5, devemos considerar que dia 5 foi o primeiro dia do ciclo menstrual. E quando termina o ciclo menstrual? Simples, se no outro mês a menstruação iniciar dia 3, conseqüentemente o ciclo anterior terminou dia 2, portanto esta mulher tem um ciclo de 28 dias. Se tiver um ciclo desregulado é necessário fazer um cálculo aproximado usando os últimos ciclos para ter um valor médio de dias do ciclo menstrual.
Depois que soubermos qual é a quantidade de dias do ciclo menstrual (ou uma média), vai ficar mais fácil entendermos e sabermos usar o kit para o teste de ovulação.
Os Hormônios
Os hormônios FSH e LH provenientes da glândula pituitária (no cérebro) influenciam o ovário para que ocorra a ovulação, e os hormônios ovarianos, estrógeno e progesterona influenciam os órgãos reprodutivos.
Normalmente no ciclo menstrual o hormônio Luteinizante (LH) se mantém abaixo de 20 mUL/ml, quando por volta de 14 dias antes do início de um novo ciclo, o hormônio LH aumenta consideravelmente, esta fase é a chamada “onda LH”. É neste momento que ocorre a liberação do óvulo, um ou mais, do ovário. Depois de 2 a 3 dias da ovulação onde ocorreu o pico máximo a onda LH retorna aos valores normais até que em um novo ciclo volte a elevar-se.
Quando Começar a Fazer o Teste?
Pronto, entendido até aqui, é hora de realizarmos o teste da ovulação para descobrir o período em que há melhores condições para obter sucesso e a fecundação ocorra. O teste vai definir o momento mais provável da ovulação.
Saber o dia certo para começar a coletar a urina para fazer o teste de ovulação é muito importante, para melhor visualizar e definir o dia, a tabela ao lado pode ajudar, depois de saber a duração do ciclo menstrual. Na primeira coluna temos os dias de duração do ciclo (explicado acima), na segunda coluna, veja os dias do ciclo para começar os testes. Por exemplo, se a duração do seu ciclo for de 28 dias (coluna esquerda) o dia ideal para começar a fazer os testes é o dia 12 (coluna da direita), ou seja, no décimo segundo dia do início da menstruação irá começar a fazer o primeiro teste, até que o resultado seja positivo (ver abaixo como fazer) e depois de 24 a 48 h irá acontecer a ovulação.
Como proceder para realizar o teste de ovulação
Geralmente os kits reagentes existentes no mercado possuem cinco tiras reagentes usadas para fazer o teste em cinco dias consecutivos.
Determinar um horário para realização do teste durante os cinco dias, de preferência no início da manhã, antes que se tome muita água para não tornar a urina muito diluída, coletando em um recipiente limpo (pode ser um recipiente qualquer que você tenha em casa, mas deve estar bem limpo e seco). Normalmente dentro dos kits reagentes comprados na farmácia possuem um recipiente para onde deve ser transferida a urina, depois a fita reativa que também está no kit, deve ser mergulhada na urina, até a marca indicada (respeitar o limite), 2 a 3 minutos depois ver o resultado do teste.
Se formar uma linha colorida na posição “teste” o resultado é positivo, se não desenvolver nenhuma coloração o teste é negativo. Caso positivo a ovulação ocorre normalmente 24-48 horas, mais freqüente dentro de 36 h . Por isso é importante fazer o teste no mesmo horário todo dia, desta forma poderá estar preparada para que a ovulação ocorra. Resultado lido depois de cinco minutos não tem valor.
Sabemos que a ovulação poderá ser irregular, dependendo do estado emocional da mulher ou nível de estresse, assim a ovulação pode não ocorrer sempre neste mesmo dia que foi detectado, nos próximos ciclos menstruais, por isso deverá repetir o procedimento.
Quais são as limitações deste teste?
Este teste só funciona corretamente se os procedimentos forem seguidos conforme indicado nas bulas dos kits, com um nível de segurança de 98%, lembrando que não deve ser usado como um método anti-concepcional.
Consulte sempre seu médico.

Dá Pra Tratar a Obesidade Sem Remédios?




A pergunta vem à tona no momento em que o órgão regulador de medicamentos do país ameaça proibir as drogas para emagrecer que atuam no sistema nervoso. Em meio à polêmica, investigamos os dilemas e as promessas que envolvem a luta contra o excesso de peso.

O cerco aos remédios que inibem o apetite ultrapassou as fronteiras europeias e americanas e chegou ao Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer retirar do mercado a sibutramina e os comprimidos à base de anfetamina. "Os estudos e os dados obtidos apontam que os benefícios desses fármacos não compensam os riscos", afirma Maria Eugenia Cury, chefe do Núcleo de Investigação em Vigilância Sanitária da entidade. Na contramão, sociedades médicas condenaram a posição, declarando que, ao reduzir o arsenal terapêutico a favor do emagrecimento, o controle da obesidade se enfraquecerá e muitos brasileiros não conseguirão erradicá-la de sua vida. Diante da discussão, nada mais justo do que conhecer as visões antagônicas sobre o papel desses remédios, que deveriam ser receitados quando mudanças no estilo de vida são insuficientes para abaixar o ponteiro da balança.

Comecemos com a sibutramina, que está na mira da Anvisa desde o ano passado. Uma pesquisa conduzida na Europa revelou que essa droga, capaz de prolongar a saciedade, eleva o risco de infartos e derrames — o que resultou na cassação do remédio na União Europeia e nos Estados Unidos. "Esse trabalho, no entanto, foi feito com pessoas de alto risco cardiovascular, para as quais a sibutramina não deveria mesmo ser prescrita", critica a endocrinologista Rosana Radominski, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. "Quando bem indicada, ela é uma opção eficiente para ajudar o paciente a emagrecer."

Já os anfetamínicos, que também domam a fome, recebem uma acusação mais grave. "Eles aumentam a probabilidade de problemas cardíacos, pulmonares e psíquicos, podendo levar à dependência e à psicose", diz Maria Eugenia. "Não faz sentido deixar à venda drogas que não são seguras e ainda têm sua eficácia questionável", completa. Para o endocrinologista Marcio Mancini, da Sociedade Brasi leira de Endocrinologia e Metabologia, tudo depende da avaliação do paciente — muitos respondem bem a esses fármacos na berlinda. "Aboli-los é tratar uma doença como a obesidade com preconceito. Todo tipo de remédio contra qualquer doença apresenta riscos e efeitos adversos", diz.

O fato é que, com a saída da sibutramina e dos anfetamínicos das prateleiras, o tratamento farmacológico da obesidade vai enxugar para valer. "Só teremos à disposição o orlistat, droga que reduz a absorção da gordura ingerida mas que é muito cara e não interfere no apetite", observa Rosana. Além dela, persistirão alguns antidepressivos cujos efeitos são modestos e, por isso, não passam de coadjuvantes. Para a Anvisa, as mudanças de hábito, aliadas a um acompanhamento com médicos, nutricionistas e psicólogos, seriam satisfatórias para contra-atacar a obesidade. Mas muitos especialistas no assunto refutam: segundo eles, há pessoas que necessitam de remédio sobretudo para começar a emagrecer. "Os inibidores de apetite aceleram a perda de peso, o que estimula a adesão ao tratamento completo", avalia o psiquiatra Arthur Kaufman, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Mas é preciso esclarecer que esses medicamentos não são a fórmula mágica para o emagrecimento. Longe disso. "Eles propiciam uma redução de 10% do peso, mas, depois de um tempo, o organismo se acostuma e o efeito fica limitado", admite a endocrinologista Maria Teresa Zanella, da Universidade Federal de São Paulo. "No entanto, quando o obeso perde 5% da sua massa, já observamos uma diminuição no risco de diabete e doenças cardíacas", afirma.

O debate em torno dos inibidores de apetite nos remete a outra questão: é possível tratar a obesidade sem intervir no cérebro? "É o sistema nervoso que controla a fome, a saciedade e o gasto energético", responde Maria Teresa. "A obesidade também apresenta um componente emocional em 100% dos casos. Com ou sem droga, não há como escapar da cabeça do paciente", afirma Kaufman. Para o endocrinologista Bruno Geloneze, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, a discussão motivada pela decisão da Anvisa não pode deixar de levar em conta o real papel dos medicamentos antiobesidade. "Temos que lembrar que a terapia farmacológica é complementar. Só com motivação e modifi cações no estilo de vida o tratamento se sustenta", pondera.

Enquanto a polêmica persiste, centros de pesquisa mundo afora testam outras estratégias pró-emagrecimento — soluções que têm uma longa estrada pela frente antes de virar realidade. "O sonho seria uma droga que atuasse exclusivamente na região do cérebro que controla o apetite", conta Geloneze. Na ausência dela, a ciência tenta interferir em hormônios, no próprio tecido gorduroso e até na flora intestinal. Vale (quase) tudo para emagrecer o planeta.

Arroz integral reduz a gordura abdominal

90 gramas ou 4 colheres de sopa bem cheias de arroz integral todos os dias. Essa é a medida recomendada pelos especialistas para reduzir a gordura abdominal e afastar males como o câncer.

Uma fina casca — para os olhos, essa é a única diferença entre o arroz integral e o branco. Para o corpo, no entanto, esse detalhe é fonte de inesgotáveis benefícios, que vão do controle do diabete à redução da gordura abdominal. Pelo menos essa é a conclusão de uma pesquisa feita por nutricionistas da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, que analisaram a dieta de 2 800 pessoas. Entre elas, as que consumiam três ou mais porções de cereais integrais diariamente — e não abusavam dos refi nados — tinham até 10% menos gordura visceral, aquela que se deposita barriga adentro e recobre órgãos como pâncreas, intestino e fígado. À primeira vista, a redução pode parecer pequena, mas as vantagens são imensas. 


A começar pela barriga, que dá uma enxugada. Em consequência, o coração é beneficiado: células gordurosas mais murchas significam menos inflamação nas artérias e, claro, menos trabalho para fazer o sangue circular. “Sem contar que, nos últimos anos, a ciência provou que a distribuição da gordura no corpo é importante para determinar o risco cardiovascular”, explica José Renato das Neves, cardiologista do Hospital Samaritano de São Paulo. “Pessoas que nem sequer têm peso elevado, mas apresentam a adiposidade nas vísceras ou órgãos internos, apresentam um risco maior.” Junto a tantas vantagens, existe ainda a menor probabilidade de aparecimento de tumores, como o de mama.

Agora resta a pergunta: como essa casquinha, que parece tão insignificante, consegue resultados tão surpreendentes? “A resposta está no seu teor de fibras. Quanto maior seu valor, menor é a quantidade de glicose e lipídios absorvidos. Esses fatores são importantes para evitar a deposição de gordura intra-abdominal”, esclarece Rosana Radominski, endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). É que as fibras formam uma espécie de goma quando entram em contato com a água e, assim, tornam a digestão mais lenta, fazendo com que o açúcar proveniente dos alimentos seja assimilado aos poucos. Se não fosse dessa forma, aumentaria a produção de insulina, hormônio responsável por mandar a glicose para dentro das células. Só que, em excesso, ele infla os pneus da barriga e, ainda, abre caminho para o diabete.

Quem come arroz diariamente costuma se alimentar de maneira mais saudável em todas as refeições — e aí o corpo agradece com todas as suas forças. Ao analisar dados de 1999 a 2004 sobre a dieta de mais de 25 mil crianças e adultos, pesquisadores americanos constataram que nos apreciadores desse cereal não havia carência de nutrientes essenciais para o organismo, como ácido fólico, potássio e outras vitaminas do complexo B. Muito pelo contrário.

O estudo, realizado por uma empresa de consultoria alimentar, baseou-se no National Health and Nutrition Examination Survey, um levantamento feito periodicamente pelo governo dos Estados Unidos. O resultado mostrou ainda que os consumidores regulares de arroz têm menor propensão a acumular quilos extras, 34% menos risco de hipertensão e 27% menos probabilidade de aumento na circunferência abdominal. “O arroz em si, principalmente o integral, é considerado uma boa fonte de fibras alimentares, de vitaminas do complexo B e de minerais”, confirma a nutricionista Patrícia Ramos, coordenadora do Serviço de Nutrição do Hospital Bandeirantes, na capital paulista. “A longo prazo, sua ingestão diminui mesmo o risco de diversas doenças.”

Os tipos integral e parboilizado também ganham destaque pelos teores de metionina, um aminoácido essencial que evita a queda dos cabelos e hidrata pele e unhas. “Sem contar que a metionina é precursora de um neurotransmissor, a serotonina”, conta Patrícia. Essa substância é uma espécie de antidepressivo natural. O aminoácido ainda auxilia na redução do colesterol e afasta a fadiga crônica. Com tantos benefícios, é triste saber que o cereal deixou de ser o preferido dos brasileiros na hora do almoço e do jantar. Segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística (IBGE) divulgado no fi nal do ano passado, hoje consumimos cerca de 40% menos arroz do que no início dos anos 2000. Mas, justiça seja feita, ele merece dar a volta por cima — e retornar para a sua mesa, principalmente na versão integral, é claro. “O ideal é ingerir o alimento na maioria das refeições”, sugere a nutricionista Renata Garrido, do Hospital Nove de Julho, em São Paulo. “Não há uma recomendação mínima, mas o correto é substituir o branco e incluir o integral aos poucos. Mas, como esse é um hábito novo para boa parte da população, o mínimo consumido já é válido”, conclui. Bom apetite!